quarta-feira, 9 de março de 2011

Convicção


O mais estranho é pensar, porque eu fiz isso? Porque eu fiz essa besteira que me magoa tanto?
Às vezes a gente age por impulso e não mede as consequências. Foi exatamente o que eu fiz. Simplesmente não analisei os fatos, não parei pra pensar um pouco e fiz uma besteira tão grande, um erro do qual me arrependo muito.
Demorei muito pra perceber que sou feliz somente com você ao meu lado. Que nossos beijos vão ser sempre lembrados e que minha volta pra casa era muito mais feliz quando você ia me deixar.
Sinto tanta falta de você que, às vezes, penso em correr até a sua casa, só pra te abraçar ou te ligar, só pra ouvir sua voz. Sei que é loucura eu não ter superado isso, depois de tanto tempo; mas a gente demora pra ver as coisas. Eu demorei muito pra perceber que quando te vejo, perco o chão, minhas mãos suam e eu fico com uma vontade louca de estar perto de você, de te abraçar, de te ligar.
Sinto vontade de saber como você está, se você ainda sente algo por mim, se ainda me quer de volta. Porque se a resposta fosse sim, eu não pensaria duas vezes, correria para os seus braços e pediria desculpas por todas as palavras horríveis que eu te disse e te abraçaria forte, até sentir os batimentos descompassados dos nossos corações.
Demorei a perceber, definitivamente, que eu amo você.




                                                                                                                             Deborah Leite

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Nostalgia

São cinco horas da tarde, você está me olhando fixamente, eu fico sem jeito, abaixo a cabeça, enquanto coloca minha franja crescida atrás da orelha e sorrio levemente. Lembro-me de todos os dias engraçados e sem sentido que vivemos. Quando rimos por besteiras, conversamos por várias horas; as palavras ficam desconexas, as pessoas não entendem o porque dos risos ou simplesmente da nossa felicidade sem fim. Não preciso dizer mais nada, apenas gosto de você, e lembrar de nossos momentos só vai me fazer sorrir, não pelo fato deles terem acontecido, mas sim pelo fato de vivê-los com você. 
Um dia você irá saber disso, um dia lerá todas essas linhas, só espero que não seja tarde demais.      

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Reflita.

Infelizmente, com essas ideias capitalistas de querer dinheiro acima de tudo, esquecemos dos nossos mais preciosos bens, a natureza e o amor. Podemos cultivá-los em nossas casas e nos ambientes que frequentamos, basta apenas, que a vontade cresça dentro de cada um de nós. Qualquer dia, quando você não estiver fazendo nada de interessante, já pensou em plantar uma árvore? Ou em abraçar uma pessoa desconhecida? São simples ações que podem ajudar pessoas que precisam, não só elas, mas também o mundo. Pense nos seus netos, bisnetos e toda a geração do próximo século. Será que os bens naturais ainda irão existir? Será que as paisagens naturais ainda continuarão lindas ou irão ser destruídas pelo aumento da temperatura ou de queimadas? Pense nisso. A iniciativa não deve vir do seu amigo, tio, ou outra pessoa, ela vem dentro de cada um de nós.                      Sim, nós podemos mudar o mundo.




                                    
                                                                                                                                          Deborah Leite.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um dia frio



Estou muito feliz em poder inaugurar este blog hoje, apesar de não saber se terei ou não seguidores, irei continuar escrevendo minhas loucuras ou devaneios como o próprio nome já disse.
Desde que me acordei hoje, pude sentir o maravilhoso friozinho que gosto tanto nos dias de inverno, o dia todo ficou assim, o que me agradou bastante. Geralmente, nesses dias, gostamos de estar com quem amamos, mas, pra não tornar este post tão sentimental, quanto eu fazia antes, apenas irei dizer, que frio é ótimo pra estar com quem a gente gosta. Entretanto, existem pessoas que estão solteiras, então, pessoas que estão na mesma situação que eu, sejam bem vindas, rs.
Dias frios como os de hoje, são ótimos para assistir filmes em casa, comendo pipoca ou brigadeiro, ou até aquelas besteiras que a gente compra nos supermercados, as quais a gente não pode fazer em casa, mas que são muito gostosas assim mesmo.  
Essas aventuras só tendem a melhorar quando estamos com nossos amigos, dando risadas, às vezes até sem motivo, mas que, por estarmos com eles, já somos felizes.
Não posso deixar de falar também dos meus banhos de chuva, desde pequena sempre gostei, às vezes, eu brincava de amarelinha tomando banho de chuva, velhos tempos aqueles, querida infância.